Responsável pelas escolhas

Responsável pelas escolhas

Sou responsável pelas minhas escolhas e atitudes, e por mais ninguém. Posso influir, mas não controlar uma outra mente. Não posso determinar as coisas que outra pessoa pensará, sentirá ou fará. Na relação entre pais e filhos, os pais às vezes se torturam porque, mesmo depois de terem de maneira conscienciosa feito o melhor que podiam, seus filhos não se desenvolveram como esperavam. Os pais então sentem culpa. Por implicação, imaginam que possuem um poder que ninguém tem: o poder de determinar as escolhas de um outro ser humano. Às vezes vemos esse padrão entre maridos e esposas. A mulher se desespera porque, apesar de seus melhores esforços, não consegue com que o marido pare de beber. Ou o marido entra em desespero porque, por mais que faça, não consegue interromper a dependência da esposa pelos tranqüilizantes. Podem até acreditar no seu livre arbítrio, mas não acreditam no do cônjuge. Não aceitam os limites que separam os seres humanos uns dos outros. Só existe um modo de tornar viável a vivência a dois: conhecer, respeitar e aceitar as diferenças de cada um.

Por que estamos esperando?

Por que estamos esperando?

Por que estamos esperando para ser saudáveis, felizes, ricos, começar um novo negócio e aprimorar nossos relacionamentos? Vivemos esperando que os juros baixem, que a economia melhore, que uma pessoa mude e que o feriado passe, para depois começarmos uma dieta. Sempre haverá uma razão para que esperemos. A verdade, porém, é que podemos ter apenas duas coisas na vida: razão ou resultados. E razões simplesmente não contam.

MUDAR

MUDAR

Para mudar as coisas, primeiro você precisa fazer as pazes com o que está acontecendo. Para crescer, é preciso saber aceitar. Aceitação não significa desejar permanecer onde se está, mas identificar que lugar é esse e saber aonde se quer chegar a partir dele. Aceitação não é um ponto de acomodação ou de resignação, mas sim um ponto de partida. Quando aceitamos o sofrimento é para transformá-lo, e não para carregá-lo como uma cruz. O primeiro passo para ser feliz é aceitar a realidade.